Resenha- Insurgente


Livro: Insurgente
Autora: Veronica Roth
Editora: Rocco
Título original: Insurgent
Ano de lançamento: 2013
Número de páginas: 511

sinopse
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

resenha
 Então, gente antes de eu começar esta resenha, quero lhe explicar que ela pode ter ficado um pouco confusa, pois logo após eu terminar Insurgente, fui procurar noticias de Convergente (por que???!!) sendo que eu acabei misturando os meus sentimentos e blá blá blá...

 Eu estava muito ansiosa para ler Insurgente, visto que Divergente foi uma das melhores distopias que eu já li em 2013. Eu tinha muitas expectativas, e fiquei feliz ao ver que elas foram alcançadas. Aqui Veronica Roth soube muito bem continuar a história, não se perdeu em nenhum momento, continuou com as características do livro anterior, porém colocando mais cenas de ação, o que por um lado foi bom, já que o leitor não conseguia desgrudar do livro, mas por outro fazia o leitor se sentir sufocado, agoniado, com os fatos que aconteciam...
 A narração continua em primeira pessoa, a leitura flui, em alguns momentos temos cenas de humor, para descontrair, mas nem isso foi o bastante, a capa dessa vez está com o símbolo da Amizade na frente, eu senti que apenas no final do livro a narração se tornou um pouco arrastada. Ponto negativo: novamente a autora deixou a desejar na parte das facções, a Amizade e a Franqueza podiam muito bem terem sido mais exploradas, mas não, só mostrou um pouquinho mais do que apareceu no livro anterior.

 A imprudência flutua das páginas do livro, tanto do lado de Tris, quanto de Tobias, e confesso que isso irritou algumas horas. Mas depois a gente se convence de que isso foi preciso para fazer o enredo andar. Um fator que foi bastante explorado, foram as ações humanas, como o perdão, o medo, e a mágoa. Um aviso: não se apaixone pelos personagens, porque titia Veronica vai lá e mata ele. Sério, ela não tem pena, eu acho que ela poderia parar um pouco com essa carnificina e explorar um pouco mais das facções...

"Descobri que as pessoas são compostas de camadas e mas camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos estão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca as conhecerá de verdade, mas ás vezes decide confiar nelas." (494)
 Nas últimas páginas, algumas coisas ficaram confusas, e espero que ela nos explique no último livro, (Convergente) e agora vou dar um conselho pra vocês: se vocês são como eu, curiosos, se controlem e não vão procurar notícias do livro, porque com isso eu acabei descobrindo como a trilogia termina.

"Acho que choramos para liberar nosso lado animal, sem perder a humanidade. Porque, dentro de mim, há uma fera que rosna, ruge e luta por liberdade, por Tobias e, acima de tudo, pela vida." (334)


Bjsss, Manu.

Playlist- Relax...




 Então gente, fazia um bom tempo que eu não postava playlist, então não se assustem com o meu gosto musical bem mais relaxx, é que sabe quando você cansa de ouvir somente um tipo de música e precisa imediatamente renovar a sua biblioteca de músicas? Comigo aconteceu isso. Eu tava enjoando já só de ouvir rock, rock rock, exceto algumas bandas, e daí me ocorreu que seria uma boa experimentar e vasculhar outros gêneros. Nessa playlist tem bastante coisa nacional, alguns cantores, bandas, então está aí pessoal, curtam essa minha fase mais calminha e positiva :)


Resenha- Escolhida ao Anoitecer


Livro: Escolhida ao Anoitecer
Autora: C.C Hunter
Editora: Jangada
Titulo original: Chosen at Nightfall
Ano de lançamento: 2013
Número de páginas: 408

sinopse
O inimigo mais poderoso de Kylie retorna para destruí-la de uma vez por todas, mas ela finalmente assume seus plenos poderes e passa por uma transformação que vai surpreender todos ao seu redor. Mas a jornada de Kylie não será completa até que ela faça uma escolha final: a quem vai finalmente se entregar de corpo e alma? Será que escolherá Lucas, o lobisomem que partiu seu coração, mas faz tudo para reconquistá-la, ou Derek, o meio fae que abriu mão do relacionamento entre eles, mas agora diz que a ama?   

resenha
 Esta saga se tornou uma das minhas preferidas, claro que vários fatores contribuíram para isso, como: salada de seres sobrenaturais, humor, ação, romance... Mas o que eu mais gosto é da escrita de C.C. Hunter, ela consegue nos prender ainda mais, e deixando o leitor cada vez mais curioso para saber o que acontece na página seguinte. Em vários momentos a história dava reviravoltas, e isso é que é bom de ler, livros que você acha que sabe o que vai acontecer e depois se depara com algo diferente... Ok, eu sei que nem tudo é perfeito, pois teve hora que a leitura se tornou realmente previsível, mas tudo bem.

 A narração continua em terceira pessoa, e desta vez o foco está realmente concentrado em Kylie e seus problemas. A Jangada fez um ótimo trabalho, sendo que não encontrei nenhum erro. A capa foi mudada sutilmente, com outra modelo.

 No inicio do livro, Kylie me irritou, pois só ficava remoendo a sua dor e dizendo como ela era vítima e coitada, o que foi bem frustrante de se ler, eu sei que a situação dela não é das melhores, mas não é legal ficar se fazendo de coitada, e graças aos deuses, a autora percebeu isso e mudou o jeito da personagem do meio para o final. Lucas, ao mesmo tempo em que sentia dó dele, lembrava do que ele tinha feito, e a vontade era de matá-lo (não posso culpar Kylie), já Derek se mostrou focado em reconquistá-la. Nesse último volume da saga, a protagonista finalmente escolhe com quem irá ficar, e se vocês notarem a escolha está feita desde o começo da série.
 O humor ainda é uma das características presentes no livro. O objetivo do livro era explorar mais do universo camaleão, porém isso foi abordado mais no inicio da leitura, e deixou a desejar no restante.

"-Você é jovem, mas fazer o que? Você é uma alma antiga, e ás vezes isso faz com que tenha mais sabedoria do que outras pessoas da sua idade." (373)

 Embora o final tenha ficado com pontas soltas e meio apressado, quando eu o terminei, a sensação que senti era de dever comprido, e mesmo que tivesse continuação, e não saberia dizer o que a autora escreveria... É isso, recomendo ;)

"[...] Eu não dei a ela a minha alma. Eu menti. eu não poderia ter dado a ela a minha alma. Porque eu já tinha dado a minha alma. Você a roubou quando eu tinha 7 anos de idade..." (84)


Bjsss, Manu.